Ser ou não ser Santo… Eis a Questão

Em 1954, foi publicada a primeira edição de um dos mais importantes – talvez o mais importante – manuais de Teologia ascética e mística: “A Teologia da Perfeição Cristã”, do Padre Antonio Royo Marín. O livro é tão relevante que, em pouco tempo, tornou-se leitura obrigatória em grande parte dos seminários pelo mundo.

No prefácio, Dom Albino González Menéndez-Reigada, Bispo de Córdoba, na Espanha, entre 1946 e 1958, afirmava: “O livro que tens nas mãos, caro leitor, é um livro de Teologia; não de teologia abstrata, mas sim viva e integral, que quer se tornar o livro da tua vida. Ele te oferece um ideal, o único ideal que pode e deve ser escrito com maiúscula: a posse de Deus, Deus mesmo, que quer dar-se a si mesmo como herança eterna. Esse ideal é a santidade, que é a perfeição; Ele é a felicidade que buscas e pela qual anseias, da qual tens uma sede ardente que nada mais pode saciar. A felicidade, essa única felicidade para a qual fomos criados, só pode ser o resultado da perfeição, porque só o que é perfeito alcança plenamente o seu fim. E o fim tem que ser, para nós, a felicidade, à qual tudo na vida se ordena”.

“A Teologia da Perfeição Cristã” é um livro de muitas páginas, o que pode afastar vários de seus possíveis leitores. O próprio autor reconheceu que, nos dias de hoje, muitas pessoas têm dificuldade para enfrentar um livro tão longo. Dada a importância do assunto – que, de acordo com o próprio Cristo, é “a única coisa que importa” (Lucas 10,42) – ele decidiu publicar um compêndio, contendo o que é mais importante e essencial no seu livro. Em suas próprias palavras: “Ninguém encontrará aqui nada verdadeiramente essencial que não esteja muito mais desenvolvido em nossa primeira obra; mas esta tem a indubitável vantagem de sua maior brevidade, que a torna mais acessível ao público cristão em geral”.

Editora: Ecclesiae

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